EDUARDO JORGE COSTA MIELKE

 

ANÁLISE DA CADEIA PRODUTIVA E COMERCIALIZAÇÃO DO XAXIM, Dicksonia sellowiana, NO ESTADO DO PARANÁ.

 

Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Engenharia Florestal do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre de Ciências Florestais.

 

Orientador: Prof. Dr. Titular  Luiz Vamberto Santana

 

CURITIBA

2002

i

Ao meu pai, Olaf Mielke pelo exemplo de profissional em pesquisa científica

Meu reconhecimento

 

A minha mãe Eliana Mielke... valeu a pena.

 

Dedico

 

A minha esposa Fernanda pelo carinho e compreensão durante vários momentos e fases da elaboração deste trabalho

 

Ofereço

ii

AGRADECIMENTOS

Ao Prof. Titular Dr. Luiz Vamberto Santana, orientador que me auxiliou sempre que necessário à realização deste trabalho.

Ao Prof. Dr. Maurício Serra, co - orientador, pelos conselhos, experiência, confiança em meu trabalho e principalmente incentivo a busca constante dos objetivos.

A Universidade Federal do Paraná pela oportunidade de realizar este trabalho, através do Curso de Pós – Graduação em Engenharia Florestal.

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela concessão da bolsa, sem o que seria muito difícil a realização do trabalho.

Ao Prof. Nivaldo Eduardo Rizzi, coordenador do Curso de Pós – Graduação, pela confiança e incentivo a pesquisa.

Ao Produtor Sr. Gildo Jesus Ramos pelas importantes informações cedidas sobre  trabalho com o xaxim.

Aos vários Professores e colegas que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento deste trabalho.

 

iii

SUMÁRIO

 

LISTA DE QUADROS E TABELAS ...........................................................      vi

LISTA DE FIGURAS....................................................................................        viii

RESUMO......................................................................................................          x

ABSTRACT..................................................................................................         xi

1.   INTRODUÇÃO.......................................................................................         01

2.      OBJETIVOS............................................................................................        04

3.      REVISÃO DA LITERATURA..................................................................      05

3.1.           POSIÇÃO SISTEMÁTICA DO XAXIM E DESCRIÇÃO...................... 05

3.2.           BIOLOGIA DO XAXIM.........................................................................      06

3.3.           OCORRÊNCIA DO XAXIM ................................................................      06

3.4.           PRODUTO FLORESTAL NÃO – MADEIRÁVEL. - PFNM................... 10

3.5.           CONCEITO DE CADEIA PRODUTIVA...............................................   15

3.6.           CADEIA PRODUTIVA DO XAXIM.......................................................   19

3.7.           CONCEITO DE COMERCIALIZAÇÃO................................................   20

3.7.1.     Margens de Comercialização..............................................................    20

3.8.           MACROECONÔMIA DA ATIVIDADE ................................................    21

3.8.1.  Produto Interno Bruto - PIB.................................................................       21

4.         MATERIAIS E MÉTODOS..................................................................     22

4.1.           ÁREA DE ESTUDO............................................................................      22

4.2.           DADOS ANALIZADOS E FONTES....................................................    23

4.3.           METODOLOGIA.................................................................................       24

Iv

4.3.1. PROSPECÇÃO DE DEMANDAS TECNOLÓGICAS............................24

4.4.     MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO...................................................              26

4.4.1   Margem Bruta (MB)...............................................................................                  26

4.4.2.  Markup de Comercialização. (Mk).........................................................               27

4.5.           ASPECTOS MACROECONÔMICOS DA ATIVIDADE………………….27

4.5.1.  Importância da Atividade aos municípios produtores de xaxim………..27

5.         RESULTADOS E DISCUSSÕES...........................................................29

5.1. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE EXTRAÇÃO E FABRIS DOS PRODUTOS DERIVADOS DO XAXIM...................................................          29.

5.2   COMERCIALIZAÇÃO DOS ARTEFATOS DE XAXIM......................…...30

5.2.1.     Localização das fábricas e quantificação do volume comercializado de xaxim e no Estado do Paraná.........................................................……30

5.2.2.     Caracterização da estrutura comercial.(atacado e varejo)..............…… 37

5.2.2.1.          Área Nativa................................................................................…….  37

5.2.2.2.          Extratores...................................................................................……   38

5.2.2.3.          Indústria......................................................................................……   39

5.2.2.4.          Atacadistas.................................................................................……  40

5.2.2.5.          Varejistas....................................................................................……  41

5.2.2.6.          Consumidores............................................................................……  42

5.3.           CANAL DE COMERCIALIZAÇÃO...................................................……  44

5.4.           PREÇOS MÉDIOS DO VASO DE XAXIM.......................................…… 45

5.5.           MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO.............................................…… 46

5.5.1.     Margem Bruta..................................................................................……   46

5.5.2.     Markup de Comercialização............................................................…… 48

v

5.6. ASPECTOS MACROECONÔMICOS DA ATIVIDADE.........................   48

5.6.1.     Importância da Atividade aos municípios produtores de xaxim........   48

5.6.2       Geração de Emprego........................................................................       54

5.7. Sustentabilidade da Atividade e Aspectos da Legislação.....................  55

6.             CONCLUSÕES......................................................................................     59

7.             ANEXO I – Legislação..........................................................................    63

8.             ANEXO II – Lista de Fotografias..........................................................  66

9.             REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA...........................................................  74

vi

FIGURAS

Figura 1.        Municípios de ocorrência do xaxim, citados pela literatura

                        para o Estado do Paraná............................................................  08

Figura 2.        Atlas da Evolução da Mata Atlântica no Estado do Paraná.........................................................................................    09

Figura 3.        Localização dos municípios no Estado do Paraná onde

ocorre a extração de xaxim.........................................................  24

Figura 4.        Troncos de xaxim extraídos da floresta e estocadas

ao ar livre................................................................................         66

Figura 5.        Corte inicial longitudinal do tronco de xaxim para a confecção

 do vaso....................................................................................       66

Figura 6.        Retirada das bordas do vaso (falhas) para padronização

do tamanho................................................................................     67

Figura 7.        Vaso recebendo acabamento. Retirada do caule..................... 67

Figura 8.        Vaso recebendo acabamento final. Correção de imperfeições. 68

Figura 9.        Vasos de xaxim armazenados, separados por tipo................... 68

Figura 10.      Vasos de xaxim armazenados, separados por tipo................... 69

Figura 11.      Vasos de xaxim sendo embalados para comercialização......... 69

Figura 12.      Palitos de xaxim estocados para transporte.............................  70

Figura 13.      Placas de xaxim estocadas para transporte.............................  70

vii

Figura 14.      Restos de toras não utilizadas à confecção dos vasos

e que serão usados na produção do pó...................................... 71

Figura 15.      Pó de xaxim estocado.................................................................  71

Figura 16.      Caminhão sendo carregado com pó de xaxim............................ 72

Figura 17.      Corte transversal de um vaso de xaxim ainda

apresentado caule (parte central mais clara).............................. 72

Figura 18.      Operário retirando o caule do vaso............................................. 73

Figura 19.      Caules de xaxim para uso farmacêutico...................................... 73

viii

QUADROS E TABELAS

Quadro I. Fluxograma da Cadeia produtiva do xaxim no

     Estado do Paraná.........................................................................        37

Quadro II. Canal de Comercialização do Xaxim no Estado do Paraná.......   44

 

Tabela I.  Municípios de ocorrência do xaxim no Estado do Paraná por

Meso Região. .................................................................................      07

Tabela II. Freqüência de Dicksonia sellowiana, em áreas de ocorrência

no Estado de Santa Catarina.......................................................     10

Tabela III: Fórmulas utilizadas no cálculo da Margem Bruta (MB)...............     26

Tabela IV: Fórmulas utilizadas no cálculo da Markup (Mk)..........................     27

Tabela V. Quantificação e localização dos estabelecimentos

comerciais e fabris cadastrados no Instituto Ambiental do

Paraná - IAP em 2002................................................................        32

Tabela VI. Extração mensal média, em metros lineares, de Xaxim e

 número de Fábricas por Município no Estado do Paraná........  34

Tabela VII. Extração em metros lineares de xaxim por Município

no Estado do Paraná. Novembro de 2001..................................    36

Tabela VIII. Classificação dos vasos por TIPO............................................      40

Tabela IX. Preços médios trabalhados ao longo da cadeia produtiva.

Período de Referência: Janeiro 2002.........................................     45

Tabela X: Margem Bruta da comercialização de vasos de xaxim............... 47

Tabela XI: Markup da comercialização do xaxim.........................................   48

 

ix

Tabela XII. Composição do PIB dos Municípios. Ano: 1998. Valores em

milhões de reais a R$ 1,00............................................................    49

Tabela XIII. Receitas Totais dos municípios geradas pela

comercialização dos artefatos de xaxim a preços de atacado.

Valores de Janeiro de 2002.........................................................   52

Tabela XIV. Importância da atividade exploratória do xaxim no Setor

da Indústria Extrativa e de Transformação e no PIB e dos

municípios produtores..................................................................... 53

 

x

RESUMO

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo principal de analisar a cadeia produtiva e comercialização do xaxim (Dicksonia sellowiana) no Estado do Paraná. Apesar de constar na Lista Oficial de Plantas em Extinção, o xaxim encontra-se em abundância na região centro – sul sob vegetação de florestas ombrófilas mistas onde desenvolve-se a atividade exploratória da planta. Os produtos manufaturados a partir do vegetal são vasos, placas, palitos e pó. Atualmente, há um total de 69 estabelecimentos ligados diretamente a atividade, destes, 39 são fábricas localizadas em 12 municípios, que manufaturam mensalmente 53.400 metros lineares do vegetal, gerando um total de R$ 587.400,00 e empregando de 390 a 580 pessoas. Devido aos indícios de seu lento crescimento, contrapondo aos grandes volumes extraídos dos habitats naturais, como indicado, acredita-se que em um breve período de tempo haverá falta de matéria-prima no campo, que a propósito esta sendo sentida pelos fabricantes ou talvez a extinção da atividade pelo esgotamento de um recurso não renovável. Apesar da existência de portarias, decretos e ordens de serviço que não são cumpridas, há uma clara preocupação quanto a sustentabilidade da atividade, ou seja, o aproveitamento do vegetal para as gerações futuras e também aos possíveis usos e propriedades que possam vir a ser usadas pelo homem.

xi

ABSTRACT

This paper was developed with the purpose of analazing the productive chain of xaxim (Dicksonia sellowiana) in State of Paraná. Even though it is the Official Plants Extintion List, its presence is abundant in the Midde South region under forest vegetation of mixed (ombrófila) where the apploratory activity of plant, develops. The manufactured products made from the plant are vases, boards, sticks and ponder. Nowadays there are 69 establishiments directtly linked to the activity, from these 39 are factories located in the 12 countries that made 53.400 linear meters monthly, generation a total of R$ 587.400,00 and hiting from 390 to 580 people. Due to the signs of its slow grouth, in contrast to the huge amount extracted from the natural habitat, as indicated, it is belived that in a short period of time there will be shortageof raw material, which is actually being missed by the manufactures or perhaps the total extintion of the activity though the breakdown of a non – renewable resource. Despite the existence of Federal laws or State decrets which are not applied, there is a clear preocupacion as to the sustanitability of this activity, to the utilization of the vegetal for future generations through its possible use.

 


1.      INTRODUÇÃO.

 

Ao longo da história, as florestas naturais ou plantadas, foram sempre fontes de várias matérias-primas, de uma considerável representatividade no cenário econômico, não somente como fornecedora de madeira, mas de outros produtos, ditos, não – madeiráveis, a saber: látex, resina, óleos, remédios, produtos ornamentais e dentre eles esta o xaxim (Dicksonia sellowiana, Hook).

            A espécie Dicksonia sellowiana é umas das 27 espécies da família Dicksoniacea. Sendo natural do continente americano, figura como importante componente característico das florestas ombrófilas mistas do Brasil meridional, e se apresenta com maior freqüência em áreas com alta densidade de araucária, (Araucaria angustifólia). Em algumas áreas, esta espécie vegetal é dominante no ambiente terrestre com freqüência absoluta de 86,67%, formando por vezes agrupamentos impenetráveis, dando assim uma noção da importância dentro da floresta ombrófila mista (REIS, 2000).

            A extração do xaxim para confecção de produtos é uma atividade econômica muito antiga. Não é possível precisar quem, ou em qual ano se iniciou, porém, relatos de testemunhas (produtores) referenciam a década de quarenta (1940-49). Assim, durante muitos anos chegando até os dias de hoje, a comercialização do xaxim no mercado de plantas ornamentais se tornou fonte de renda para vários agentes econômicos dentro de um processo produtivo e comercial. Estes agentes não as vezes produtores especializados, transportadores, atacadistas e varejistas. A crescente demanda do mercado, contrasta com o crescimento lento da planta de xaxim, menor que 1m3/ano (REIS 2000) e cria prognósticos pessimistas para um futuro não muito distante. Estudos empíricos estimam que a planta leva, uma vez cortada, até 50 anos para se tornar adulta novamente. As samambaias arborescentes em geral têm crescimento muito lento, residindo aí, o grande problema para o seu uso econômico. A possibilidade de rápida extinção deste Produto Florestal Não-Madeirável - PFMN, sugere preocupações quanto ao desequilíbrio da flora e da fauna e ainda outras questões ambientais desconhecidas, ou ainda não discutidas.

O xaxim encontra-se, desde 1992, na “Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção” sob a Portaria do Ibama, no 06-N, 15/01/92. A sua retirada das matas para utilização na indústria, ignora quaisquer cuidados com a sua preservação. Assim, espera-se, a médio prazo, a redução da oferta de xaxim no mercado, acarretando conseqüências econômicas e sociais, a todos os participantes da sua cadeia produtiva.

A estrutura do presente trabalho esta composta em nove partes. Na introdução é apresentado o tema sobre a exploração do xaxim, e em seguida os objetivos, geral e específico. Nas referências bibliográficas aborda-se os pontos de discussão ao longo do trabalho, e de como o tema principal do trabalho será trabalhado e de que forma o mesmo já foi pesquisado. Posteriormente, materiais e métodos descreve de que forma o trabalho foi desenvolvido e quais foram as ferramentas utilizadas para que os objetivos tenham sido alcançados. Os resultados obtidos promovem uma discussão analítica em cima dos mesmos, tendo as conclusões, como parte final, onde é feita uma abordagem geral de última análise sobre o trabalho. Para subsidiar as informações e as discussões do trabalho há os anexos I e II, respectivamente. Por fim apresentam-se as referências bibliográficas utilizadas na produção deste trabalho.

 

2. OBJETIVOS

 

Os objetivos desta dissertação estão divididos em geral e específicos:

 

O Objetivo principal desta dissertação é caracterizar a cadeia produtiva do xaxim e comercialização no Estado do Paraná.

 

Os Objetivos específicos da mesma constituem em analisar os seguintes aspectos:

a)     volume extraído / produzido;

b)     consumo de matéria – prima pelas indústrias;

c)      produção efetiva;

d)     macroeconômicos – a importância aos municípios produtores

       geração de renda e emprego.

 

3. REVISÃO DA LITERATURA

 

3.1 POSIÇÃO SISTEMÁTICA DO XAXIM E DESCRIÇÃO.

            De acordo com SEHNEM (1983); SCHULTZ (1991) ou TRYON & TRYON (1982), citados por REIS, (2000) o xaxim tem a seguinte posição sistemática.

            Divisão                      -                      Pterydophyta

            Classe                       -                      Polypodiopsida

            Ordem                       -                      Podypodiales

            Família                       -                       Dicksoniaceae

            Gênero                      -                      Dicksonia

            Espécie                     -                      Dicksonia sellowiana

 

O xaxim é um arbusto, de caule ereto simples ou ramificado, com diâmetros variando de 10 e 120 cm, e altura de 1 a 6 m. Possui partes basais dos pecíolos persistentes, podendo estar totalmente envolvidos por larga bainha constituída por raízes adventícias que se entrelaçam. No topo, uma coroa de frondes bipinadas, de até 2,40m de comprimento; pinumas sésseis, lineares, acuminadas, até a nervura principal, exceto a pina do ápice, que é de segmentos contínuos, lanceolados-falcados contráteis quando férteis, soros 4-8 por segmento, válvulas esféricas FERNANDES (1997)

 

3.2. BIOLOGIA DO XAXIM

 

            O vegetal desenvolve-se preferencialmente no interior da floresta sob a sombra em ambiente úmido (sub bosque), entretanto encontra-se com relativa freqüência em áreas descampadas, em borda de matas, beira de estradas e floresta ombrófila densa alto-montana, onde a vegetação tende a ser de menor porte. Cresce em altitudes que podem variar desde 60m à 2250m acima do nível do mar (FERNANDES 1997).

            Os indivíduos da espécie crescem preferencialmente em lugares pantanosos nas serras, mas também em encostas serranas e excepcionalmente em banhados das baixadas. SEHNEM (1983) e SENNA (1996), evidenciam a freqüência absoluta com valores de até 90% na formação da Floresta Ombrófila Mista. Em levantamento sobre a distribuição de fetos arborescentes ao longo de um mosaico sucessional na Colômbia, ARENS & BARACALDO (1998), observaram que nas pastagens abandonadas há cerca de 20 anos, ocorre um alta abundância relativa da espécie.

 

3.3. OCORRÊNCIA DO XAXIM.

 

O xaxim é um vegetal de ocorrência bastante ampla nas Américas. De acordo com TRYON & TRYON (1982), há registros desde o sul do México até o Uruguai, passando pela América Central, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Paraguai e Brasil.

            De acordo com FERNANDES (1997), o xaxim ocorre no Brasil nas regiões Sudeste e Sul, com maior intensidade nesta última, provavelmente por influência de fatores climáticos. Caules de maior diâmetro foram encontrados com maior freqüência em amostras colhidas em áreas de ocorrência nos Estados da Região Sul. Segundo a mesma autora, o xaxim ocorre no Estado do Paraná nos Municípios da Tabela I, abaixo.

SANTOS et al. (2000) afirmam que entre as áreas onde há vegetação remanescente da Mata Atlântica e das matas de araucária são os locais de desenvolvimento do vegetal e adiciona outros, além dos municípios citados.

Tabela I – Municípios de ocorrência do xaxim no Estado do Paraná por Meso Região. IBGE, 1998.

Meso região: Metropolitana de Curitiba

Antonina*

Campina Grande do Sul*

Campo Largo*

Curitiba**

Piraquara*

Lapa*

São José dos Pinhais*

 

Meso Região: Centro – Sul Paranaense

Clevelândia**

Guarapuava*

Inácio Martins*

Palmas*

Pinhão*

 

 

 

Meso Região: Centro – Oriental Paranaense

Imbituva**

Ipiranga*

Jaguariaiva*

Ponta Grossa*

Meso Região: Centro - Ocidental

Terra Boa*

Meso Região: Sudeste Paranaense

Bituruna**

Cruz Machado**

General Carneiro

Mallet**

Paula Freitas**

São Mateus do Sul*